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Audi RS6 e RS7 Performance: Primeiras Impressões

Quanto mais cavalos, melhor? O lugar comum dos fãs de carros foi levado à sério pela Audi nas novas versões da RS 6 Avant e do RS 7, que chegarão ao mercado brasileiro em breve. Os modelos RS, que já tinham extremos 560 cavalos, agora ultrapassam a barreira dos 600 cv com o sobrenome "Performance".


O acréscimo de 45 cavalos nos motores V8 biturbo com injeção direta faz ambos acelerarem a 100 km/h em surpreendentes 3,7 segundos - desempenho pouco atrás da Ferrari California T (3,6s) e à frente do novo Aston Martin DB11 (3,9s), que é empurrado por um V12.


A própria existência de uma perua e um sedã que andam lado a lado de uma Ferrari leva a um questionamento existencial. Afinal, para que servem tantos cavalos? Mas depois de muitos quilômetros com a RS 6 e o RS 7, uma outra pergunta substitui a primeira: por que não?


Luxo

Além do desempenho excepcional, RS 6 e RS 7 fazem jus ao preço alto - ainda não divulgado, mas certamente acima dos R$ 600 mil - com acabamento interno combinado em couro, Alcantara, detalhes de aço escovado e carbono, e muita costura aparente (vermelha na perua, e azul no sedã).

Os bancos esportivos com ajuste eletrônico possuem função de aquecimento - um mimo não muito útil no clima brasileiro.

Na parte tecnológica, destacam-se o head-up display (opcional), que projeta informações para o motorista no para-brisa, alerta de ponto cego, roteador de internet wi-fi, ar-condicionado digital de 4 zonas (que permite controles independentes para os ocupantes), controle de cruzeiro adaptativo (ajuste a velocidade ao trânsito) e aviso de mudança involuntária de faixa.

Na cidade, tirando as rodas de 21 polegadas, as pinças de freio em vermelho e os para-choques mais avantajados, eles parecem carros "normais" e se comportam como tal. Basta andar no modo conforto de condução, com respostas mais suaves no acelerador, volante leve e menos barulho saindo das duas ponteiras de escape.


Estrada livre
O motivo da existência do RS 6 e RS 7 Performance fica óbvio quando eles entram em uma autoestrada alemã, sem limite de velocidade. No modo esportivo, a suspensão fica mais dura, o volante pesado e o som do escapamento abre alas na faixa da esquerda, com estouros nas reduções de marcha.


No lugar da dupla embreagem, a transmissão automática de 8 velocidades é convencional (conversor de torque) e não compromete em nada os 71,4 kgfm de força que o motor 4.0 TFSI despeja nas quatro rodas, com distribuição eletrônica conforme a necessidade. No uso regular, 40% vai para a frente e 60% para a traseira.


O resultado ao pisar no acelerador é chegar a 200 km/h com a mesma facilidade que é possível acomodar as compras nos porta-malas de 565 litros do RS 6 e de 535 litros do RS7.
Segundo a Audi, os modelos atingem 200 km/h em 12,1 s, e têm velocidade máxima limitada a 250 km/h. No entanto, caso o comprador queira, o limite pode ser elevado a 280 km/h ou 305 km/h, com o acréscimo de um pacote dinâmico.


Diferenças

Em altas velocidades, os dois modelos apresentam características diferentes. A perua sofre um pouco com a silhueta mais "gorda", embora seja impressionante a sensação de segurança, mesmo acima de 200 km/h.A suspensão esportiva tem mais trabalho para equilibrar o balanço das 2 toneladas do veículo e entrou algumas vezes em uma frequência incômoda de movimento vertical.


Já o RS 7 é o mais perto que um sedã pode chegar de um cupê esportivo como o R8. A direção se mantém precisa e a suspensão parece mais acertada que o RS 6, sem transmitir as mesmas imperfeições da pista.
A perua também é um pouco mais "sedenta", mas a diferença é pequena, com média de 10,5 km/l e 10,4 km/l, segundo a própria fabricante.


São exatamente os mesmos números das versões com 560 cv, ou seja, o sobrenome "performance" não prejudicou em nada o consumo de combustível.
A façanha foi alcançada graças a algumas tecnologias, como a desativação de 4 cilindros em baixas a moderadas rotações. Isto quer dizer, que o V8 se disfarça de um 4 cilindros até que o motorista pise mais forte no acelerador. Na prática, não é possível sentir quando os cilindros estão fora de combate.


Conclusão
Embora sejam dois "foguetes", nenhum dos dois modelos se mostra desconfortável ou indomável no uso cotidiano. Em situações de congestionamento, por exemplo, é possível acionar o controle de cruzeiro adaptativo (ACC) e relaxar as pernas um pouco.
O sistema exige apenas um toque no pedal para sair, caso o tráfego fique parado por muito tempo, mas freia e anda sozinho, seguindo o carro da frente em baixas velocidades.


A amplitude do prazer a bordo é o grande trunfo dos modelos topo de linha da Audi. Eles podem levar os filhos na escola, os cachorros ao pet shop ou então carregar compras para uma família inteira, sem deixar de lado o visual imponente e escondendo a cavalaria.


Eles só não são agradáveis na hora de botar a mão no bolso. Ainda assim, o custo para ter um desses dois "monstros" não chega nem à metade do preço de um esportivo com desempenho similar, mas que acomoda apenas duas pessoas, e olhe lá.

Fonte: G1

 

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